Publicado por: fgalvao | Agosto 1, 2007

É preferível um inocente preso ou um criminoso em liberdade?

Perante algumas injustiças da justiça por vezes fica a dificuldade em determinar o peso que a mesma deveria ter.

Justiça aplicada de forma inflexível mesmo que por vezes condene inocentes ou menos determinada e agindo de forma que em caso de duvida o criminoso seja posto em liberdade?

Este é o novo debate do FORUM FILOSOFIA pode deixar AQUI a sua contribuição.

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Responses

  1. Desconheço o significado da Ideia de Culpa porque desconheço igualmente o que significa a ideia de Liberdade…somos todos essencialmente circunstancia…portanto necessariamente Inocentes…

    Acredito firmemente que o Direito Natural entenda no acto Educativo da Vida a medida da nossa “Culpa”,ou seja, da nossa Ignorancia…

    Aprender será então já ser “Culpado”…

    Ser “Culpado” é portanto a razão e o pretexto da nossa Existencia Pensante…

    Dizem os Físicos Teoricos que se o Universo fosse Perfeito a matéria não existiria ,seriamos RADIAÇÃO PURA…

    O BELO e a CONSOLAÇÃO encontram-se num Erro Elegante, num Equilibrio Precário…Consciencia é Busca!

    O FUTURO DO DIREITO FORMAL IMPLICA A SUPERAÇÃO COMPLETA DA IDEIA DE CULPA…

    Uma Futura EPISTEMOLOGIA da Educação demonstrará plenamente esta necessidade num hipotético mundo civilizado (se se conseguir algum dia educar a classe média…)

  2. A Proposito e de uma forma mais mundana, é sempre preferivel um Inocente preso!…Ser consciente é perceber, que é esse o preço necessário da Civilização !!!

  3. A LEI É ORDEM…e a escepção deteriora a ORDEM porque lhe aumenta o grau de complexidade aumentando igualmente o esforço ou o consumo de Energia para a sua aplicação…

    Para que a Lei se exerça com Ordem a escepção deve ser evitada…

    Libertar um culpado é enfraquecer a Lei…No entanto a Lei deve ser Educação e a sua consequencia como já referi anteriormente deve ser Educativa…

    AINDA:

    Nunca percebi ao que se referem quando falam em Liberdade…o pensamento é subsequente e consequente nunca livre…não opta exerce-se, REALIZA-se….Revela-se nas suas funções de proximidade para com outros Objectos, através da sua circunstancia particular ,ou seja, a sua geometria Extrutural no Espaço e no Tempo, integrando-se assim num para-objecto ou numa Ultra-extrutura que o consigna e delimita exaustivamente…
    O mesmo acontece com o Individuo pelo qual ele se opera…

    O Filosofo tem por papel uma certa forma de consciencia, de auto-conhecimento transportando-se do Implicito para o Explicito no seu reconhecimento de Si e da sua Cósmogonia…A sua realidade não se altera pelo pensamento, porque este ( o pensamento) procede como consequencia de um facto á priori que é mais que consciencia é a Coisa em Si…

    Não é Espelho é a Coisa e esta é resultado de um colectivo, de uma Totalidade Holistica que a desenha e delimita e pela qual esta propria Totalidade se Revela na sua interacção de proximidade, ou seja, função para com o objecto pensamento e para com a Entidade Pensante …

    A Liberdade será então uma expressão da circunstancia subjectiva do particular, será pois conjuntura… no fundo a negação de funções que não estão proximas para o Objecto ou grupo pensante…


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